quinta-feira, 30 de abril de 2009

HB: metal sinfônico gospel da Finlândia


A finlandesa HB é uma banda de metal sinfônico formada em 2002, na cidade de Forssa. O estilo do grupo refere-se a uma vertente do heavy metal que agrega elementos da sinfonia clássica (orquestra), simulados com o uso de teclados e sintetizadores eletrônicos, e que é marcado pela presença de vocais líricos, bem característicos da música erudita. O primeiro trabalho oficial saiu em 2003 com “Uskon Puolesta”. Antes disso, porém, o EP demoHB”, de 2002, já lançava o nome da banda e apresentava sua proposta musical. Um novo álbum só surgiu em 2006: “Enne”, trabalho que de fato identifica a banda com seu estilo, já que “Uskon Puolesta” não marca em quase nada a singularidade do symphonic metal. O terceiro álbum, “Frozen Inside”, de 2008, é uma versão em inglês de “Enne”. Como o finlandês não é um idioma muito simpático e prático aos estrangeiros, a idéia da regravação gerou mais visibilidade ao grupo e atraiu novos fãs. No final de 2008, a banda lançou o álbum de inéditas “Piikki Lihassa”, anunciado como o melhor dentre todos até agora.
Além do som inovador e atraente do HB, o que também chama a atenção é a letra bastante incisiva e direta acerca do Evangelho nas composições. Isso está bem marcado no clip da música “It Is Time”, do álbum “Frozen Inside”:

Confira a mesma canção tocada ao vivo, em finlandês:

HB é:
Johanna Aaltonen (vocal)
Antti Niskala (piano, teclado e letras)
Markus Malin (bateria)
Tommi Huuskonen (baixo)
Janne Karhunen (guitarra)

Discografia:
2002 – HB (EP demo)
2003 – Uskon Puolesta
2004 – Turhaa Tärinää (Single)
2006 – Enne
2006 – Can You Road (DVD – HB Live at Turkuhalli)
2008 – Frozen Inside
2008 – Piikki Lihassa

Links:
Site Oficial: http://www.hbmusic.net/
MySpace: http://www.myspace.com/hbmetal
Last FM: http://www.lastfm.com.br/music/HB
Artigo na Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/HB_(banda)

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Rimas mais manjadas da música brasileira

Após a compilação de 3073 rimas, presentes nas 100 músicas mais tocadas nas rádios entre 2001 e 2005, o jornalista Gustavo Martins, também integrante da banda Ecos Falsos, estabeleceu o ranking das rimas, das palavras e dos verbos mais recorrentes na música brasileira em diferentes gêneros, do pagode, passando pela MPB, até o funk carioca. O resultado é fruto do estudo “É o Amor – Lugares-Comuns na Música Brasileira por suas Rimas”, trabalho de conclusão de curso de Gustavo Martins realizado em 2007, disponível para download neste link.

Rimas manjadas:
1. assim/mim
2. coração/paixão
3. dizer/você
4. fim/mim
5. esquecer/você
6. coração/solidão
7. ver/você
8. amor/dor
9. assim/fim
10. carinho/sozinho

Palavras manjadas:
1. Você
2. Coração
3. Amor
4. Mim
5. Assim
6. Paixão
7. Amar
8. Dizer
9. Esquecer
10. Ver

Verbos manjados:
1. Amar
2. Encontrar
3. Ver
4. Esquecer
5. Falar
6. Dizer
7. Chorar
8. Sonhar
9. Voltar
10. Chegar

terça-feira, 28 de abril de 2009

Podcast é nova moda entre cristãos na internet


É inevitável reconhecer que hoje os blogs são a grande e principal arma não só para desabafar e falar de sua vida pessoal, mas também para opinar, estudar, conhecer e aprender sobre determinado assunto.
Esta facilidade aos poucos vem sendo ultrapassada pela nova sensação do momento: os podcasts. Poucas pessoas devem saber, mas hoje já existe vários podcasts cristãos falando de tudo um pouco, desde estudos bíblicos, a opiniões com ou sobre música gospel, pregações, evangelismo e até mesmo podcasts cristãos voltados para o humor.
Podcast são como blogs, só que em áudio. Talvez esse seja o principal motivo para que essa mídia estoure tanto, a facilidade de gravar e de interagir com os ouvintes é muito maior e mais intima, visto que é possível levar o podcast para qualquer lugar, baixando-o e gravando-o em algum tocador como CD, MP3 Player, MP4 Player, celular, iPod, iPhone e etc, fato que os blogs não podem fazer.
Podcasts se assemelham a rádios comuns, porém, a diferença mais marcante é o fato de que o ouvinte é quem faz a programação, já que ele quem escolhe sobre qual assunto quer ouvir em cada programa/episódio do podcast, criando assim uma programação própria, uma facilidade que as rádios não tem e que faz uma grande diferença.
Em geral vários pastores, líderes de louvores e missionários já tem seus podcasts, outros são comandados por jovens ou estudiosos da Palavra, ou até retirados de pregações diretos de alguma Igreja ou de programas de rádio. Alguns podcasts já conseguiram destaque fora do circulo Cristão chegando a ganhar prêmios importantes, o que mostra a força e potência desta mídia.
Para conhecer mais sobre Podcast Cristão e ouvir vários podcasts diferentes você pode acessar o site http://www.podc.com.br/ onde são relacionados diversos podcasts cadastrados, anunciando sempre quando há algum episódio novo sendo lançado por algum podcast afiliado. Também é possível encontrar episódios de podcasts através de seu tema ou conteúdo, facilitando assim o estudo do tema e possibilitando também ao ouvinte conhecer diversos pontos de vista diferentes a respeito do mesmo assunto, divulgando assim vários podcasts diferentes ao mesmo tempo.

Por Renato Cavallera em PodC e em Gnotícias.

SAIBA +:
Podcasting é uma forma de publicação de arquivos de mídia digital (áudio, vídeo, foto, pps, etc...) pela Internet, através de um Feed RSS, que permite aos utilizadores acompanhar a sua atualização. Com isso, é possível o acompanhamento e/ou download automático do conteúdo de um podcast. A palavra "podcasting" é uma junção de iPod - marca do aparelho de mídia digital da Apple de onde saíram os primeiros scripts de podcasting - e broadcasting (transmissão de rádio ou tevê). A série de arquivos publicados por podcasting é chamada de "podcast". O autor (ou a autora) de um podcast é chamado(a) "podcaster". (Via Wikipedia)

"Expressão de Louvor": clássico do Grupo Logos

De belíssima letra, "Expressão de Louvor" é uma composição de Paulo César da Silva, do Grupo Logos, gravada em 1989 para o álbum de mesmo nome. Um clássico da também clássica banda nascida lá nos idos de 1981, ano em que este blogueiro nasceu.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Vencedores do GMA Dove Awards 2009


Vocalista Masculino do Ano
Brandon Heath

Vocalista Feminina do Ano
Natalie Grant

Grupo do Ano
Casting Crowns

Artista do Ano
Steven Curtis Chapman

Artista Revelação do Ano
Tenth Avenue North

Compositor do Ano
Steven Curtis Chapman

Produtor do Ano
Bernie Herms

Música do Ano
"Give Me Your Eyes" - Brandon Heath

Melhor Música de Louvor
"Mighty To Save" - Ben Fielding, Joel Houston

Melhor Música de Rap / Hip Hop
"Do Yo Thang" - The Yearbook - KJ-52

Melhor Música de Rock
"Lost" - End Of Silence - Red

Melhor Música de Rock Contemporâneo
"Washed By The Water" - The Heat - Needtobreathe

Melhor Música de Pop Contemporâneo
"Give Me Your Eyes" - What If We - Brandon Heath

Melhor Música Inspiracional
"A New Hallelujah" - A New Hallelujah - Michael W. Smith

Melhor Música do Sul
"Reason Enough" - Dream on - Ernie Haase & Signature Sound

Melhor Música de Bluegrass
"They’re Holding Up The Ladder" - We Are Family - Jeff & Sheri Easter, Lewis Family, Easter Brothers

Melhor Música Country
"I Wish" - How You Live Deluxe Edition - Point of Grace

Melhor Música Urbana
"Get Up" - The Sound - Mary Mary

Melhor Música Tradicional
"Free At Last" - Down In New Orleans - The Blind Boys of Alabama

Melhor Música Contemporânea
"How Great Is Our God" - How Great Is Our God - LaRue Howard

Melhor Álbum de Rap / Hip Hop
Ordinary Dreamers - Group 1 Crew

Melhor Álbum de Rock
Satisfied - DecembeRadio

Melhor Álbum de Rock Contemporâneo
Never Going Back To OK - The Afters

Melhor Álbum de Pop Contemporâneo
Revelation - Third Day

Melhor Álbum Inspiracional
Great God Who Saves - Laura Story

Melhor Álbum Gospel do Sul
Lovin’ Life - Gaither Vocal Band

Melhor Álbum Bluegrass
We Are Family - Jeff & Sheri Easter, Lewis Family, Easter Brothers

Melhor Álbum Country
Around the Bend - Randy Travis

Melhor Álbum Urbano
The Fight of My Life - Kirk Franklin

Melhor Álbum de Música Tradicional
Down In New Orleans - The Blind Boys of Alabama

Melhor Álbum de Música Contemporânea
Change the World - Martha Munizzi

Melhor Álbum Instrumental
Chronicles of Narnia: Prince Caspian - Vários Artistas

Melhor Álbum de Música Infantil
Absolute Modern Worship for Kids 4 - Vários Artistas

Melhor Álbum em Língua Espanhola*
Rescatame - Seventh Day Slumber
Refrescate! - Aline Barros

Melhor Álbum Especial
Passion: God of This City - Vários Artistas

Melhor Álbum de Natal
Peace on Earth - Casting Crowns

Melhor Álbum de Louvor e Adoração*
A New Hallelujah - Michael W. Smith
Hello Love - Chris Tomlin

Melhor Musical
God Bless the USA - Sue C. Smith/Brentwood-Benson Music

Melhor Musical Infantil
An Island Christmas - Wayne Haun, Shelby Haun, Joel Lindsey

Melhor Coral
I’ll Say Yes - Carol Cymbala/Brooklyn Tabernacle Music

Melhor Encarte de Gravação Musical
Revelation - Third Day

Melhor Curta de Vídeo Musical
"Slow Fade" - Casting Crowns

Melhor Longa de Vídeo Musical
"Alive and Transported" - TobyMac

As brasileiras Soraya Moraes e Aline Barros foram indicadas pela primeira vez ao prêmio na categoria “Melhor Álbum em Língua Espanhola”. O Gospel Music Association Dove Awards, a mais importante premiação norte-americana para a música cristã, serve como um “Oscar” musical aos artistas cristãos. A 40ª edição celebrada nesta quinta-feira, 23, divulgou os melhores do ano em 43 categorias.


*NOTA: A lista oficial, em Dove Awards, registra Refrescate!, de Aline Barros, como vencedor da categoria Melhor Álbum em Língua Espanhola, e Hello Love, de Chris Tomlin, como o de Melhor Álbum de Louvor e Adoração. Essas divergências colocam em suspeita a listagem oficial, que também não registra vencedores de três categorias: Melhor Música de Louvor ("Mighty To Save" - Ben Fielding, Joel Houston), Melhor Música Tradicional ("Free At Last" - Down In New Orleans - The Blind Boys of Alabama) e Melhor Música Contemporânea ("How Great Is Our God" - How Great Is Our God - LaRue Howard), todas consideradas em outras fontes. Até segunda informação, este blog despreza a lista oficial e prefere considerar fontes tradicionalmente confiáveis, como o Jesus Freak Hideout, que fez a cobertura online do evento.

UPDATE (25/04/09)
De fato a listagem dos ganhadores em Dove Awards e no site Gospel Music Channel estava equivocada. A lista foi corrigida e atualizada. O erro fez com que blogs brasileiros, como este e este, noticiassem Aline Barros com ganhadora na categoria Melhor Álbum em Língua Espanhola.

Na batida da zabumba

A diversidade musical brasileira também está no segmento gospel, onde é possível perceber a presença de ritmos para tudo quanto é gosto. Os grupos a seguir são representativos dentro de uma proposta interessante, criativa e ousada de levar a mensagem do evangelho através do forró, do xote, do baião e de outras variações do som típico das festas populares nordestinas. Mesmo identificados com uma cultura regional, os ritmos ganharam simpatizantes, produtores e versões estilizadas em diferentes lugares do Brasil. Como diversos outros elementos culturais, a música pode ser usada como ferramenta de evangelização e é esse o aspecto aqui relevado. É certo, no entanto, que, como qualquer ferramenta, ela pode ser bem ou mal utilizada.

BANDA SOM E LOUVOR
A Som e Louvor, que se auto-intitula como a “maior banda de forró gospel do Brasil”, tem nos 26 anos de estrada o suporte da experiência e da vanguarda que lhe permite fazer tal afirmação. Formada na Assembléia de Deus em Jacundá (Pará), o grupo já passou por várias mudanças e hoje conta com Silas (piano, teclado), Samuel (bateria) e Jedson (vocal) na formação. Apesar da idade, a Som e Louvor somente iniciou a gravação do primeiro CD em 2005. A banda sofreu muita resistência e preconceito por parte da ala mais conservadora da igreja. Isso fez com que assumissem uma vertente mais pop e “aceitável” do forró, sem perder a vanguarda, mas também sem insistir numa maior radicalidade. Se nos anos 80 era difícil gravar um disco, a dificuldade de gravar um disco evangélico e, não obstante, de forró, era ainda maior. Em 2006, o álbum de “estreia” – “Sinal Fechado”, foi então lançado e teve boa repercussão. No ano seguinte, surgiu o projeto “Regravações”, na tentativa de registrar boa parte do repertório do grupo. “Usei a Fé”, de 2008, foi uma espécie de mini-álbum, com apenas seis canções. Para 2009 está em projeto a gravação de um DVD, na pretensão de marcar a trajetória musical da banda, bem como o lançamento do site oficial (http://www.bandasomelouvor.com/). Por enquanto, letras, cifras e músicas podem ser conferidas e baixadas através do PalcoMP3.


OS CABRAS DE CRISTO
De Natal (RN) para todo o Brasil, Os Cabras de Cristo buscam louvar a Deus através do resgate da cultura nordestina em sua linguagem e expressão. Formada em 2002 dentro da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Natal, os “cabras” do grupo são Pr. Kléber (líder, vocal, composição), Manoel (sanfona e teclado), Rogério (Sanfona e teclado), Jeizon, (zabumba), Jonathas (triângulo), Anthony (bateria), Dayan (guitarra), Carlos (baixista), Tales (back vocal) e Aldo (técnica, bateria). O repertório é bastante autoral, com algumas composições de outros autores nordestinos. O primeiro registro musical do grupo, depois de apresentações em retiros e eventos da igreja, veio em 2004 com a música “Deus também é nordestino” incluída na coletânea “Memórias II – Louvor Brasileiro”, um projeto da IPI do Brasil. Esta música deu título ao primeiro CD, lançado no mesmo ano de 2004. Em seguida, vieram os álbuns “Oxente, sou crente” e “Ômi, deixe de aperreio” que, além de boa repercussão no Nordeste, possibilitaram shows em São Paulo, Paraná e Distrito Federal.
Saiba mais no site dos cabras e no perfil PalcoMP3.


MINISTÉRIO SAL DA TERRA
Mais do que uma banda de forró, xote ou baião, o Ministério Sal da Terra é, antes de tudo, uma associação missionária presente em diversos estados. Composta por cristãos de várias denominações, o Sal da Terra é originário de Garanhuns (Pernambuco) e nasceu com a idéia de levar o reino de Deus para as pessoas do sertão nordestino, fortalecendo igrejas e criando núcleos evangélicos locais. Para tanto, a música, o teatro, a dança e a cultura nordestina são usadas como ferramenta de evangelismo em diversas atividades do chamado PES – Programa de Evangelização do Sertão – que inclui também serviços de assistência social e de cidadania. Com um trabalho musical iniciado no final dos anos 90, o grupo já soma oito CDs lançados e um documentário reportando a história do ministério. O documentário está disponível no Youtube em seis episódios. Confira abaixo a primeira parte:


XOTE SANTO
O ministério Xote Santo em nasceu em Brasília a partir da conversão de Wilker Dantas, um cantor sertanejo reconhecido localmente, com a ajuda do amigo músico Dito Rodrigues. Os dois amadureceram a ideia de formar um grupo de xote evangélico e logo encontrarem as peças que faltavam: sanfoneiro, zabumbeiro, tocador de triângulo. Wilker (vocal), da Assembléia de Deus, reuniu integrantes de diferentes igrejas: Fábio (sanfona) e Erick (bateria) são da Igreja Batista Renascer; Olessandro (guitarra) e Simaria (dança), da Igreja Sal da Terra; Jhonata (zabumba) e Cristiane (dança), da Assembléia de Deus; Rômulo (triângulo), da Casa da Bênção, e Robson (baixo), da Igreja Batista Internacional Celular.
Com a banda montada e motivados com o projeto, em 2003 o Xote Santo gravou o primeiro trabalho, com o CD “Deus de Milagres”. A partir daí, o grupo começou ganhar notoriedade e projeção nacional. Em 2004, o segundo CD “Sou abençoador” veio naturalmente, ganhou melhor produção e divulgação. O terceiro álbum, “Quem me viu e quem me vê” (2005), procurou se aproximar mais da autenticidade do xote nordestino, incluindo letras com histórias divertidas, sem se distanciar das reflexões bíblicas. Logo depois, foi agregado ao grupo uma equipe de coreografias, caracterizando ainda mais a proximidade com as festas caipiras. Essa fase foi registrada no primeiro DVD da banda, gravado ao vivo em Brasília.
O reconhecimento do trabalho pelo público e identificação com o ritmo nordestino pedia uma ligação direta com o Nordeste, berço do forró. Isso se concretizou em 2006, no Projeto "Rumo ao Nordeste", que gerou a gravação de álbum de mesmo nome, com a participação de outros cantores e bandas. A renda gerada através do lançamento financiou uma missão evangelística em diversas cidades do sertão nordestino. Em 2007, as gravações do CD e do DVD “Xote Santo Rumo ao Nordeste ao Vivo” celebraram o sucesso do projeto.
Ainda em 2007, a banda deu início à formação do grupo Tempero do Céu, uma extensão do Ministério Xote Santo voltada ao forró e que já rendeu dois álbuns. Enquanto isso, o Xote Santo trabalha também em mais um lançamento próprio.


ALUMIAR
De João Pessoa, na Paraíba, a Alumiar é uma banda nordestina de nascença e sua formação é recente. Os integrantes, nascidos no interior paraibano, são missionários da Igreja Batista e encontraram na música uma maneira de sustentar o ministério e expandir o trabalho de evangelização. O CD de estreia “O Mandado”, de 2008, traz a mistura do forró, do xote e do baião. A presença de figuras típicas do sertão, como o carroceiro, o homem da roça e o religioso, são retratadas nas composições, levando a mensagem da salvação através de referências que fazem parte da realidade do povo.
Membros: Niliana (vocal), Cristiane (guitarra), Gilbervânio (sanfona), Gilmar (baixo) e Júnior Boy (triângulo).
Ouça as canções do Alumiar no MySpace ou no PalcoMP3.
Confira abaixo o clip “Celebrai a Jesus”, feito em 2007 para a Campanha de Missões Nacionais da PIB:


CHINELA DE FOGO
Nilton Fortunato, Dani Bênção, Andréia Simone, Jamal da Zabumba e Samuel Simons, membros da Bola de Neve Church em São Mateus, zona leste de São Paulo, formam o Chinela de Fogo. O grupo surgiu em 2005 sem nenhuma pretensão, a partir de ações de evangelismo com crianças e adolescentes. A idéia prosperou e eles começaram a ser convidados para tocar em festas e eventos da igreja, o que os obrigou a pensar a proposta musical do grupo com mais seriedade. O repertório do Chinela é baseado em versões em xote de canções congregacionais mais populares. Um trabalho autoral, para o primeiro CD, está sendo planejado. O site do grupo ainda está em construção, mas já disponibiliza alguns contatos e vídeos. (Via O Galileo)


Outros destaques:
Carlos Rilmar (ex-cantor do grupo de forró secular Mastruz com Leite)
http://www.carlosrilmar.com.br/
Fortaleza (Ceará)

Banda Shalom
http://www.bandashalom.com.br/
Itabuna (Bahia)

(Com informações dos sites das bandas e do Arquivo Gospel)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Renascer anuncia Third Day para o SOS da Vida

A Igreja Renascer em Cristo anunciou no início do mês que a banda americana Third Day se apresentará neste ano no SOS da Vida, evento a ser realizado no dia 2 de novembro, em São Paulo. No site oficial da banda ainda não consta nenhum registro, mas a liderança da igreja afirma que o grupo já assinou contrato e a participação deles está confirmada. O SOS da Vida é organizado anualmente pela Fundação Renascer e, desde a primeira edição em 1991, tem se estabelecido como um dos melhores festivais de música gospel no Brasil. O evento costuma reunir nomes expressivos do gospel nacional e ganhou prestígio principalmente por conseguir trazer grandes atrações internacionais. Nos palcos do festival já passaram Michael W. Smith, Guardian, Whitecross, Bride, Stryper, Petra, Sonicflood, Newsboys, entre outros. Em 2008, as meninas do Barlow Girl foram o destaque. (Via dotGospel)

Jars of Clay: novo álbum e novo site

Jars of Clay lança nesta terça, 21, o mais novo álbum do grupo: “The Long Fall Back To Earth”, com 14 faixas. Enquanto o som resgata certa musicalidade oitentista com a presença de sintetizadores e elementos eletrônicos, embora nem todas as canções tenham essa característica, a letra provoca, de forma aguda e intensa, sobre questões profundas do cristianismo e das relações humanas. O site da banda, como de costume, foi personalizado conforme a temática do novo álbum. Novas músicas, fotos e vídeos já estão disponíveis. O trabalho marca a volta do Jars à Essential Records, gravadora da qual ficaram separados por dois anos. Este é o 10º álbum de estúdio da banda, cuja discografia conta ainda com gravações singles, EPs, lançamentos independentes, coletâneas e projetos especiais, somando mais de vinte registros em quinze anos de carreira. A BV Music é a distribuidora da Essential no Brasil e promete não demorar muito para lançar o novo CD aos fãs brasileiros.
Você pode ouvir o álbum completo em Heart It First.
Confira uma análise do CD na Livraria do Thiago.
Confira também (em inglês) uma resenha do álbum em Jesus Freak Hideout.

sábado, 18 de abril de 2009

Fé Sob Medida: série especial do SBT Brasil

O SBT Brasil, programa jornalístico do SBT, exibiu nesta semana o especial "Fé Sob Medida", uma série de reportagens sobre o movimento de hipersegmentação das igrejas evangélicas, as novas formas de celebração de cultos e a reação católica frente ao avanço das outras igrejas. Confira todos os vídeos da série:

1- Fé Sob Medida: Abertura

2- Fé Sob Medida: Templos para todos

3- Fé Sob Medida: Igrejas da periferia

4- Fé Sob Medida: A reação Católica

Quase lá: Palavrantiga finalizando primeiro disco

As gravações do primeiro disco da banda mineira Palavrantiga já estão no fim. A previsão é que o lançamento saia em junho. O trabalho intitulado “Tudo que eu vi não é tudo o que eu preciso aprender" contará com onze faixas, sendo sete inéditas e quatro vindas do EP “Palavrantiga Vol. 1”, de 2008. As canções do EP podem ser ouvidas integralmente no MySpace do grupo e adquiridas pelo site da Farol Music. O Palavrantiga, banda formada oficialmente em 2007, é uma promessa de qualidade na renovação da música cristã evangélica no país. Antes de encarnarem pra valer o compromisso como banda, os integrantes já assinavam trabalhos importantes em outros ministérios. Os três primeiros álbuns de Heloísa Rosa, por exemplo, tem produção dos rapazes do Palavrantiga. O grupo é formado por Marcos Almeida (vocal), Lucas Fonseca (bateria), Felipe Vieira (baixo) e Josias Alexandre (guitarra).

Confira a seguir o primeiro clip oficial da banda, com a canção “Pensei”, um dos hits do EP:

terça-feira, 14 de abril de 2009

Se eu tivesse duas mãos fazendo a mesma coisa

Duas Mãos ("Two Hands" - Jars of Clay)

Tradução livre

Tenho vivido fora do equilíbrio
Tenho dividido os cabelos e embaraçado fios
Eu sou uma casa que está dividida
No meu coração e na minha mente

Eu uso uma mão para puxar para perto
E outra para empurrar você para longe
Se eu tivesse duas mãos fazendo a mesma coisa
Erguia para o alto, erguia para o alto

Tenho uma disposição fragilizada
Eu sou um mentiroso que tem sede de verdade
E embora eu anseie pela fé para me sustentar
Eu preciso sentir as cicatrizes e ver a prova

Eu uso uma mão para puxar para perto
E outra para empurrar você para longe
Se eu tivesse duas mãos fazendo a mesma coisa
Erguia para o alto, erguia para o alto

E se nós continuarmos escavando podemos alcançar a fundação
De nossas almas
E se nós continuarmos cortando todas as cadeias de nossos corações
Nós vamos perder o controle

E isso é como entregar
É como começar de novo
É como acordar, e você saber que está chegando
Como sinal de um novo dia
Abra os olhos

Se eu tivesse duas mãos fazendo a mesma coisa
Erguia para o alto, erguia para o alto

::
Somos metade. Hemisfério. Parte descompleta de um todo impossível. Somos divisão, conflito, muro, limite, abismo. Somos potência de inteireza, de completude, de perfeição. Mas também de ruína, de cinza, de despojo. Somos força e fraqueza. Queda e subida. Uma parte e outra parte. Um tanto e outro tanto. Um querer e um desquerer. Assim somos: pessoas fracionárias, fragmentos de gente, pedaços de harmonia e desordem. Casa dividida, cidade sitiada, campo minado. Somos moradas de guerra e paz. Lutamos todos os dias contra todos, contra nós mesmos. O olho esquerdo vigia o direito. O pé direito faz armadilhas ao esquerdo. O coração se desentende com o cérebro. A mão destra sai aos tapas com a canhota. A boca nem sempre diz o que o pensamento quer expressar. Assim somos: dízima periódica.

Somos confronto, mistério e espanto. “Uma parte de mim é todo mundo: outra parte é ninguém: fundo sem fundo. Uma parte de mim é multidão: outra parte estranheza e solidão” já dizia, e dizia bem, Ferreira Gullar. Antes ainda, Paulo aos romanos ponderava: “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço”. Ser ou não ser, fazer ou não fazer, estar ou não estar: eis as questões. Desde o Éden até agora. Desde o porão do mundo até o telhado de amanhã. Somos contrários e confusos. Somos frágeis: bolha, espuma, seda, faísca e retina. Somos fortes: rocha, leopardo, martelo, fogo e espada. A mão que afaga também afoga. Fere, falseia, fraqueja. Espalha, estraga, explica.

Somos dois. Um medo e uma coragem. Um amor e um ódio. Somos duas. Uma noite e uma manhã. Uma fé e uma desconfiança. Num dia acordamos Caim e dormimos Abel. No outro, somos o contrário. Somos contrários. Contrariamos quem nos é igual e defendemos quem nos é diferente. Somos diferenças. Somos igualdades. Somos e não somos. Somos dúvida, talvez, indecisão. Somos enigma, certeza, revelação.

Somos tudo isso. E vi tudo isso nessa condição: “E se eu tivesse duas mãos fazendo a mesma coisa”. “If I had two hands doing the same thing”, verso de “Two Hands” no novíssimo trabalho de Jars of Clay, “The Long Fall Back To Earth”, carrega o grande peso da temática do álbum: relacionamento. O homem com Deus, o homem com o outro, o homem com ele mesmo. Um problema desde a “fundação de nossas almas”. Na imagem da mão que puxa e da mão que empurra há a tradução do enigma humano, de seu permanente estado de insatisfação, de indefinição. Não se trata de revelar um segredo ou decifrar uma senha, mas de pensar uma lógica, de entender possibilidades. Da compreensão de que somos obra em construção, caminho feito ao caminhar. Começo e recomeço, forma e reforma, matéria em transformação.

Vivemos. E viver é ser casa repartida. Quartos escuros e salas arejadas. Varanda limpa e depósito entulhado. A morte é senhora de uma coisa só: casa suja ou bem arrumada. Ela não vive de equilibrismos. Nós, os divididos, vivemos na tentativa equilibrista. Caímos e levantamos. Erguemos e derrubamos. Todos os dias estamos por um fio, na linha-fronteira da outra metade de nós. E é bom que sejamos metade. Buscaremos em Deus e nos outros o preenchimento necessário, o estoque suplementar de sentido da existência. Se as mãos sempre se entendessem, seríamos fracos ou fortes, tristes ou alegres, feitos de absoluta certeza ou de absoluta indecisão. Mas as mãos não fazem a mesma coisa. Somos mistura: uma coisa e outra ao mesmo tempo. Estamos sempre tão certos como sempre tão errados. Somos pessoas exatas feitas de inexatidão. Ser uma coisa só é perigoso.

As mãos brigam. A vida ocorre no puxa-empurra dos dias, das mãos, das experiências. Se eu tivesse duas mãos fazendo a mesma coisa, elas estariam levantadas para o alto. À Deus, em gratidão. De resto, só quando estiverem entrelaçadas sobre o peito. À morte, em rendição. Por enquanto, há lutas, guerras e combates. E vai morrendo aos poucos o homem de metades que somos. Até ser dia perfeito. Quando não precisaremos mais das mãos, nem dos pés, nem do corpo. Nem de números, de nomes ou de notícias.

Ele é o Leão da Tribo de Judá

Vídeo do DVD Comunhão e Adoração 6 (2007), registro de 30 anos do ministério de Adhemar de Campos.

"Leão da Tribo de Judá" é uma composição de Adhemar de Campos, gravada pela primeira vez em 1996, para o álbum "Momentos de Louvor 3", da Comunidade da Graça.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Suellen Lima e Rosa de Saron na Festilha


A 21ª Festa das Tradições da Ilha – Festilha – de São Francisco do Sul (SC), a exemplo de outras edições, traz neste ano shows com artistas cristãos: Suellen Lima, cantora evangélica da Assembléia de Deus de Curitiba (PR), e Rosa de Saron, banda católica de rock de Campinas (SP), estão na agenda do evento. Suellen, sobrinha da cantora Mara Lima, tem apenas 22 anos e já coleciona dez álbuns e um DVD lançados. O primeiro CD foi gravado em 2000, aos treze anos. Ela se apresenta na Festilha dia 16/04 (quinta-feira) às 21 horas, em show gratuito, no Pavilhão Ilha Grande (Aterro da Babitonga). O Rosa de Saron, grupo formado em 1988 dentro do Movimento de Renovação Carismática Católica, conquistou merecido reconhecimento dentro e fora da igreja nestas duas décadas de atuação. A partir de 2009, a Som Livre (Globo) passou a distribuir o trabalho da banda, gerando grande visibilidade através da divulgação em comerciais de TV. O grupo se apresenta dia 17/04 (sexta-feira), às 21 horas, também no Pavilhão Ilha Grande, abrindo o primeiro show nacional da Festilha.
Criada em 1988, a Festilha busca resgatar as tradições e o folclore da ilha de São Francisco do Sul, a terceira cidade mais antiga do Brasil, com diversas atrações musicais, culturais, folclóricas e gastronômicas. As apresentações com artistas reconhecidos nacionalmente faz com que muitas caravanas de diversos estados venham visitar a cidade. Mais informações sobre o evento e a programação completa no site http://www.sfs.com.br/.

UPDATE:
Os shows são gratuitos.

Em outras palavras... (7)

O Filho do Recluso: coisa do outro mundo, ou melhor, de Portugal:

quinta-feira, 9 de abril de 2009

MercyMe celebra 10 anos de "I Can Only Imagine"


Dez anos se passaram desde que MercyMe explodiu no cenário rock cristão com o single “I Can Only Imagine”. O hit deu a largada para a banda se tornar uma das protagonistas da música cristã contemporânea. Essa década de história é agora registrada e comemorada com o lançamento do projeto “10”, coletânea de dois discos: CD e DVD.

O CD, intitulado “Sound”, traz quinze faixas. Treze são grandes sucessos da discografia do grupo, incluindo duas versões de “I Can Only Imagine”, uma tradicional e outra, inédita, apresentada pela Orquestra Sinfônica de Londres. As outras duas faixas, “Only Temporary” e “Ten Simple Rules”, são músicas novas, feitas especialmente para o álbum comemorativo. “Sight”, o título do DVD, traz onze vídeos musicais de diversos shows pelos Estados Unidos. Dois documentários ainda incrementam o disco: “Faith and Fame: MercyMe” reconta a história da banda em fotos e vídeos; e “Behind the song” mostra as histórias e curiosidades por trás da canção “I Can Only Imagine”.

MercyMe foi formado em 1994 por amigos que se encontraram quando trabalhavam em missões evangelísticas no exterior. O CD de estreia “Preased To Meet You” foi gravado em 1995, de forma independente. O primeiro álbum por uma grande gravadora saiu apenas em 2001, pela INO Records, com “Almost There”, trabalho que lançou “I Can Only Imagine” para o mundo e que rendeu ao grupo dois discos de platina pelas mais de 2 milhões de cópias vendidas.

(Com informações de Jesus Freak Hideout e Wikipedia)

terça-feira, 7 de abril de 2009

Rodolfo Abrantes e Nengo Vieira dia 24 em Joinville


Rodolfo Abrantes, Nengo Vieira, The Outsiders e DJ Lê fazem a Balada do Rei dia 24/04 (sexta-feira), às 21 horas, na Expoville, em Joinville (SC).
A promoção é da Bola de Neve Church de Joinville (Rua Getúlio Vargas, 871) e o valor do ingresso antecipado é R$ 15,00. Informações pelo telefone (47) 8411-9285.
No dia 25/04 (sábado) o mesmo evento ocorre também em Balneário Camboriú (SC).

Vegan Rock: música que não faz a vontade da carne

Eles curtem frutas, verduras e legumes. E fazem um som saudável. And Then There Were None (ou ATTWN), uma banda de New Hampshire (EUA) que mistura rock com techno, tem uma característica curiosa: todos os cinco integrantes são vegetarianos. E eles não ficam apenas no rótulo: militam intensamente pela causa vegan (diminutivo de “vegetarian”). O grupo tem uma parceria com a organização Peta2, defensora dos direitos dos animais, para educar e esclarecer os fãs. Durante os shows eles entregam panfletos, adesivos e materiais promocionais para divulgar a cultura vegan e denunciar os maus tratos e torturas sofridas pelos animais quando são abatidos em prol da alimentação humana. “A educação é o primeiro passo para a mudança, e estamos fazendo tudo o que podemos para fazer uma diferença”, dizem no site.

O nome da banda é uma referência ao livro da escritora britânica Agatha Christie “Ten Little Niggers” (“Os Dez Negrinhos”), publicado nos Estados Unidos em 1940 como “And Then There Were None” (“E Não Sobrou Ninguém”) para evitar a conotação interpretada como racista do título original. A banda, formada desde 2003, lançou seu primeiro álbum este ano. “Who Speaks for Planet Earth?” (“Quem responde pelo Planeta Terra?”) tem um som atrativo e bem feito, sob o qual repousa o ideal da militância social promovida pelo grupo.

Conheci o ATTWN por aqui, onde você também pode baixar o álbum da banda.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Thiago Rodrigo Banda: novo nome na música joinvilense


Da esquerda para a direita: Daniel, Jefté e Thiago

Três nomes, três amigos, três talentos. E um encontro pela mesma afinidade: a música. Thiago (guitarra, violão e voz), Daniel (teclado) e Jefté (bateria) formam a Thiago Rodrigo Banda, o novo nome (e sobrenome) da música gospel joinvilense. Membros da Assembléia de Deus em Joinville, eles já são conhecidos pelo trabalho de louvor dentro da igreja e agora estão dando as caras também em outros lugares e eventos pela cidade. Destaca-se a presença deles no Compaixão por Santa Catarina, em dezembro de 2008 no Centreventos, e na abertura da apresentação de Lázaro e Banda, no Megacentro Expoville no último dia 27. Nessas participações o grupo tem exposto os primeiros trabalhos que deverão compor o álbum de estreia, já em fase de gravação, prometido para breve. Enquanto o primeiro CD é encaminhado, na internet a banda marca presença no recém-lançado site oficial, que ainda está em desenvolvimento mas já disponibiliza informações, fotos e vídeos para quem quer conhecer melhor o grupo.

Sobre o estilo musical do trio é ainda prematuro definir uma categoria. Pelo que se tem ouvido, mais do que uma “banda gospel” podemos especificar melhor e dizer que são um grupo de indie rock alternativo. Indie por serem de produção independente e rock alternativo por transitarem em diversas vertentes do rock sem assumir particularmente nenhuma delas. É um caminho comum de quem está começando até definir um estilo próprio e diferenciado. As referências dos integrantes são diversas e deixa em aberto várias possibilidades. Os três começaram cedo na música e descobriram logo a vocação. Thiago, líder da banda, já tocou ao vivo em restaurantes, o que exige um conhecimento bem variado de repertório. Daniel tem formação em teoria musical e piano clássico e já fez parte de um ministério de louvor quando ainda estava no Rio de Janeiro. Jefté, nascido em lar cristão, tem uma vivência forte com a música dentro da igreja pela participação em grupos de louvor. A banda encarna, nessa formação, três experiências importantes: a secular, a cristã e a acadêmica. Nessa mistura, a música como louvor, arte e adoração deve gerar bons resultados. É o que a igreja precisa e o público espera. É no que o Amplificador aposta. Bem-vinda Thiago Rodrigo Banda!

Veja e ouça:



Acesse:

[jb]

sexta-feira, 3 de abril de 2009

33 logotipos de igrejas
































A lista é de Kent Shaffer, do Church Relevance. (Via Dan Cort)
Exceto a Christ Church Hawthorne (Austrália) e a Elim International Church (Nova Zelândia), todas são igrejas americanas. Vale também conferir os sites das igrejas (é só clicar nas imagens).
Nos ajude a fazer uma lista nacional: indique os melhores logotipos de igrejas brasileiras!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A volta dos que não foram

A VOZ DO PETRA EM TURNÊ PELA EUROPA
John Schlitt, a voz do Petra ontem, hoje e sempre, está longe de silenciar. Os schlittianos-petramaníacos agradecem. Schlitt está em parceria com a clássica banda sueca de soul Adahl, dos irmãos Frank e Simon Adahl, para uma turnê durante o verão europeu, a partir do segundo semestre deste ano. Não será o primeiro encontro entre Schlitt e os irmãos Adahl. Eles já estiveram juntos também numa turnê no início dos anos 90. A proposta desse reencontro é apresentar aos fãs de John, Frank e Simon canções das carreiras solo de cada um dos vocalistas, além de reviver sucessos históricos que marcaram a vida dos cantores junto as suas bandas.
Schlitt começou a carreira solo enquanto ainda estava na ativa com o Petra. “Shake”, o primeiro álbum, foi lançado em 1995, logo após a banda lançar “No Doubt”. No ano seguinte, veio “Unfit for Suine”. Em 2008, três anos depois de a banda encerrar as atividades, Schlitt volta com “The Grafting”, trazendo aquela sensação de que “o Petra ainda não acabou”. Além dos três álbuns, o vocalista fez ainda o “Project Damage Control” com Louie Weaver (baterista do Petra) e “II Guys from Petra”(2007), do projeto Vertical Expressions entre Schlitt e Bob Hartman (guitarrista-fundador do Petra).


UMA CASA PARA OS DINOSSAUROS DO GUARDIAN
Tão jurássica quanto o Petra, a big band Guardian anunciou o projeto “House of Guardian”, que pretende ser um show feito em vários episódios transmitido pela internet, mostrando performances ao vivo, entrevistas, imagens das gravações e bastidores. O projeto consegue a façanha de reunir integrantes originais da banda - Jamie Rowe (vocal), David Bach (baixo), Tony Palácios (guitarra) e Karl Ney (bateria) - junto com o mais novo membro, o guitarrista Jamey Perrenot. O primeiro episódio da série foi filmado ao vivo na casa de Perrenot. A ideia da nova proposta nasceu a partir de um show na Argentina, quando a banda percebeu a multidão de fãs e simpatizantes que ainda a seguem. Considerando a importância do público latino na carreira internacional da banda, o projeto terá também uma versão em espanhol: "La Casa de Guardian".
Em inglês ou espanhol, o trabalho procura atender as expectativas do público em relação ao trabalho do Guardian e vislumbra à frente lançamentos de novos álbuns e mais shows internacionais. O último álbum de estúdio e de inéditas do grupo foi gravado em 1997 ("Bottle Rocket") e, desde então, os membros se separaram para se dedicarem a projetos pessoais. Mas a banda nunca anunciou seu fim, apesar de muitos a considerarem extinta. Enquanto se apresentavam esporadicamente em shows, eventos e festivais, várias coletâneas eram lançadas – a última foi em 2007, com “The Definitive Collection” – dando sobrevida ao grupo.
Os episódios estarão disponíveis a partir de 15 de abril em http://www.houseofguardian.com/ (inglês) e a partir de maio no http://www.lacasadeguardian.com/ (espanhol).

Confira abaixo o vídeo de divulgação do projeto:

Fonte: JesusFreakHideout (via It.sounds..like...)
(Com informações dos sites dos artistas e Wikipedia)

[jb]

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Rosa de Saron: o “Oficina G3” dos católicos


Definir o som de uma banda pela comparação com o som de outra parece injusto. Melhor: é injusto. Mas quando não conhecemos, precisamos da mínima referência, de um ponto de partida, uma senha que nos permita a motivação em conhecer melhor. O Rosa de Saron é uma banda de rock cristão nascida no final dos anos 80, a exemplo do Oficina, do Fruto Sagrado, do Katsbarnea, do Resgate, entre outras, naquele período em que o rock nacional, religioso ou secular, debutou suas melhores bandas. Se dissesse que Rosa de Saron é uma banda evangélica, não seria difícil acreditar. A banda, formada dentro do movimento de Renovação Carismática Católica, não faz apologia a uma placa denominacional, mas traz letras evangelísticas nas canções, faz crítica social, apresenta baladas românticas e recupera pegadas tradicionais ou mais modernas do rock’n roll. Características também presentes, por exemplo, num Oficina G3 ou num Fruto Sagrado. De fato, Rosa de Saron faz lembrar as grandes bandas evangélicas, pela melodia, pela letra, pelo poder vocal e pela história. Mas, nestes vinte anos de carreira, o grupo fez seu próprio caminho e firmou sua identidade não apenas no meio católico, mas também no secular.

Formada por Guilherme de Sá (voz e violão), Eduardo Faro (guitarra), Rogério Feltrin (baixo) e Grevão (bateria), o Rosa de Saron começou em 1988, na cidade de Campinas (SP), tocando em encontros, retiros, missas e outros eventos dentro do movimento carismático. Após dois anos restritos ao meio cristão, com maior maturidade musical, a banda ganhou espaço e reconhecimento além das paredes da igreja, participando de festivais e shows com outros grupos. O primeiro álbum – “Diante da Cruz” - veio apenas em 1994 e foi gravado de forma independente. O trabalho ficou reconhecido como o primeiro disco de Heavy Metal católico do mundo. O reconhecimento, porém, foi além desse rótulo: em 1996, a Codimuc – braço fonográfico da Igreja Católica – relançou o álbum em CD, com melhor distribuição e divulgação. Isso impulsionou ainda mais o trabalho da banda. Em 1997, mantendo o estilo, eles apresentaram “Angústia Suprema”, um álbum marcado pelo profissionalismo e pela sofisticação.

Depois de uma década de existência, o Rosa de Saron passou por mudanças no estilo e na formação. O EP “Olhando de Frente”, de 1999, já denunciava um apelo a outras vertentes do rock: new metal, hard rock, pop. Um ano antes, o tecladista Eduardo Bortolato havia deixado a banda para se dedicar a projetos pessoais. Um ano depois, era a vez do vocalista Marcelo Machado sair. Queria se dedicar ao trabalho com a banda punk roqueira The Flanders. A perda foi bastante sentida. Só em 2002 a banda voltou com novo vocalista e novo álbum. “Depois do Inverno”, com Guilherme de Sá na voz, definiu um recomeço para o Rosa de Saron e repercutiu positivamente no meio católico. Em 2005, “Casa dos Espelhos” firmou de vez a fase pop da banda. Após tantos anos de estrada, já estava na hora de um “the best of”. Ele veio em 2007 no “Rosa de Saron Acústico”, com regravações de grandes sucessos. E para comemorar os vinte anos, em 2008 saiu o DVD Acústico ao Vivo, trabalho com a participação de vários nomes da música católica brasileira. Neste ano, a banda tem ainda novo motivo para festejar: a Som Livre (Organizações Globo), em parceria com a Codimuc, passa a distribuir o trabalho do Rosa de Saron. O fato testifica ainda mais a favor da popularidade e aceitação do som da banda dentro e fora da igreja.

Mudanças de estilos, saída de integrantes, recomeços, experimentalismos, letras bem construídas, compromisso com a sonoridade, sucesso no meio secular, vinte anos de carreira e na ativa. Pontos comuns entre Rosa de Saron e Oficina G3. Alguém pode torcer o nariz por serem católicos ou dedicar apenas simpatia por serem carismáticos. O Rosa de Saron não precisa nem de rejeição nem de consideração, mas é merecedor de respeito e admiração. De todos nós. (Com informações do site da banda, da Wikipedia e da Codimuc).


Ouça mais no MySpace ou no Canal Rosa de Saron no Youtube.

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